Poliamor: o começo da prática

Já dei uma visão geral (o polietcetero aprofundou) sobre uma definição básica de Poliamor e sobre os acordos, que são uma parte pouco entendida e às vezes sem querer passamos a impressão de que há algum melhor do que o outro. Espero ter esclarecido que não há e conto com a ajuda de vocês pra mais exemplos de acordos.

Se o poliamor é algo que se pratica, como não falar de como funciona, pelo menos e linhas gerais, essa prática? O mais comum é as pessoas começarem a abrir seus relacionamentos, terem outrxs companheixs e um dia perceberem que existe um nome para aquilo. Daí começam a ler mais sobre o tema, principalmente em grupos ou blogs, e se identificam, passando a ler mais sobre o assunto, conversar mais e levar dessa teoria para suas práticas cotidianas. Ou seja, é um movimento da prática pra teoria.

Mais raro, mas ainda existente, é o movimento contrário. Pessoas que têm contato com poliamoristas (ou simpatizantes) ou ouvem falar de não-monogamia começam a ler, conversar sobre e participar desses mesmos grupos e se identificam, passando a praticar. É um movimento da teoria para a prática.

Os dois são interessantíssimos, dependem do perfil das pessoas envolvidas, então não há uma melhor do que a outra e geram uma troca de experiências absolutamente sensacional quando há esses encontros. É um dos pontos em que se nota essa pluralidade linda do poliamor.

Imagem

Esse blog pretende ser um espaço de divulgação de possibilidades, de como há muitas formas de praticar poliamor e ser também um espaço de troca dessas experiências para quem já se considera poliamorista. Participem, divulguem, dialoguem. Acredito que a melhor forma de dirimir preconceitos seja com informação direta e de fácil apreensão. No entanto, formas de preconceito e militância serão temas de outros posts.